Já vai longe o tempo em que a gente entrava em uma loja e pedia “um celular” e no máximo se preocupava com o tamanho ou a cor do aparelho

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processador de smartphone para que ele serve

Vida simples, aquela, bem diferente de hoje quando são tantos os nomes, números e siglas que antes da metade do caminho a maioria dos mortais já se perdeu no que o vendedor está falando e está pensando no almoço, na conta que tem que pagar ou no filme que quer ver quando chegar em casa.

Mas em meio a tanta coisa, uma palavrinha sempre ressalta: processador. Só os nomes já são poderosos – Snapdragon, Atom, Ax, Exynos, Tegra, HiSilicon – mas, sozinho, por melhor que seja o processador não consegue fazer milagre. Veja então como é que esses “corações” interagem nos conjuntos de especificações que compõem os celulares e, aí sim, fazem eles realmente rodarem com fluidez.

Conhecer para entender

O processador é um “coração”, sim, que como no corpo humano é pequeno, mas importantíssimo no todo – e sozinho não faz ninguém correr por aí. No smartphones ele é o responsável pela velocidade de execução de vídeos, jogos, câmeras e várias outras tarefas, mas precisam interagir com outras peças para garantir a usabilidade e eficiência do aparelho.

Quanto mais poderoso, mais potente e rápido será o aparelho, e também mais caro. Mas se ele precisa interagir com outros fatores, como a memória, por exemplo, ele mesmo é composto por diversas peças. Ele será tanto mais rápido quanto o número de GHz.

Clock speed

- É a frequência que o processador gira em um segundo, ou velocidade de giro.

Chipse

t – É a plataforma na qual o processador roda, também conhecida como grupo de chips. Faz a ligação entre o celular e o processador.

GPU

Gerencia o design que vemos na tela, é a Unidade de Processamento de Gráficos.

Core -

É o cérebro que processa todas as informações, também conhecido como núcleo.

Veja como tudo está interligado

conhecer para entender o processador do seu smartphone

Hoje em dia a grande pergunta a se fazer na hora de escolher o smartphone é: você quer o aparelho para quê? Sim, porque já existem aparelhos octa core, então para que tantos cérebros se tudo o que você quer é ficar navegando pela internet? Por outro lado a performance também é potencializada pelo tipos de processador, não só pela quantidade de núcleos, por isso um aparelho com um processador mais fraco pode ser mais lento do que outro com a mesma quantidade de cérebros. Por outro lado, quanto mais “core”, menor o consumo de bateria, melhor o desempenho e também menos ele aquecerá na hora de desempenhar tarefas pesadas.

Single core

- São aqueles que têm apenas um núcleo, estão nos celulares mais antigos e nos mais novos de entrada. Ideais para o uso básico e rodam melhor em celulares de clock de entrada a partir de 1GHz e 512 MB de RAM.

 

Duo Core

- São os mais de serem encontrados e normalmente habitam os aparelhos intermediários e alguns mais poderosos também. Funcionam muito bem em aparelhos com pelo menos 1,2GHz e 1GB de RAM, mas ficam melhor ainda com 1,76 GHz e 2GB de RAM. Exemplo: Moto X (processador Snapdragon S4, superior) e Moto E (Snapdragon 200, inferior ao S4). Neste caso, apesar de terem a mesma quantidade de núcleos, o que processador superior será também mais rápido – e mais caro.

Quad Core

- Bem, aí já são quatro núcleos para dividir as tarefas, é claro que ele vai ficar mais rápido e ágil. Para esses a configuração mínima deve ser velocidade de 1,2GHz e 1GB de RAM. Exemplo: Galaxy S5 (processador mais forte) e Galaxy Win Duos (processador mais fraco, quase a metade do preço do outro, apesar de ambos serem quad core).

 

Hexa, Octa Core

- Esses são para os que realmente realizam muitas tarefas ao mesmo tempo, mas são poucos os hexa, como o Galaxy K Zoom, com 1,3 GHz e 2GB de RAM. Os de oito, então, são mais difíceis ainda de saírem do papel, e aí as opiniões se dividem, porque há quem os considere desperdício. Um dos poucos é o Galaxy S4, com clock de 1,6 GHz e capaz de cumprir tarefas realmente pesadas.

processador de smartphone um coração

Ou seja, pense para quê você quer o seu próximo smartphone, porque dependendo do uso, ele pode ser um simples desperdício de dinheiro e tecnologia ou não ser capaz de atender às suas necessidades.